engole teu coração e se ama por dentro.

engole teu coração e se ama por dentro.

"Consigo ser mais confusa do que a própria confusão em si. Sei ser certa e errada ao mesmo tempo. Nunca exigi entendimento de ninguém ao meu respeito, talvez porque nem eu me entenda as vezes, talvez porque as confusões que faço em minha cabeça, em meu coração, me deixam confusa a tal ponto que…, que não sei. Me perco em minhas palavras, tão sem sentido, tão sem momento, e hoje nada mais do que escrevo, é realmente o que quero dizer, ou até seja, seja minha confusão, a bagunça em minha cabeça, a bagunça em meu coração. Vai entender minhas confusões, vai me entender. Perde-se o sentido de tudo, a vontade de querer arriscar, perde-se até o que nem tem mais […] Cansei dessa confusão em mim, preciso me reorganizar, antes que eu me perca. (princesa-secreta)"

(Source: jornascimentto)


Os livros não matam a fome, não suprimem a miséria, não acabam com as desigualdades e com as injustiças do mundo, mas consolam as almas, e fazem-nos sonhar.

Olavo Bilac  (via yourloveinreturn)

(Source: narizdevidro)


(Source: cher-la-vie)


derpete:

veii na boa kkk



(Source: d--e--v--i--l)


A gente se mata, mas sobrevive. A gente acaba, mas continua. A gente se ama, mas se dói. Somos nós, nos dois sentidos: Eu e você, enrolados. Somos opostos, eu acho. E eu sei que você sabe, que os opostos se atraem. Eu só não sabia o quão complicado era isso.

Pedro Rocha    (via rockandsoda)

(Source: skyl1ne)


Coração de Porcelana.: Está tudo tão cheio de vazios.

re-mar-amar:

Meus olhos se curvaram diante do que estava a minha frente. Minhas pernas começaram a bambear, ficaram trêmulas. Apoiei-me em uma cadeira que estava ao meu lado. Senti um calafrio em todo meu corpo. Fui a Marte e voltei. Ou pelo menos, me senti em outro planeta. Minha mente não obedecia meu…


(Source: matthewjbruno)


Já podemos, assim que tivermos força de espírito para tanto, livrar-nos do absurdo do nirvana, do pessimismo, do racionalismo, da teologia e de todos os outros subterfúgios aos quais nos agarramos por medo de olhar a vida de frente e nela ver não a realização de uma lei moral ou das deduções da razão, mas a satisfação de uma paixão que vem de dentro de nós e da qual não podemos nunca prestar contas. É natural que o homem se encolha diante da terrível responsabilidade que esse fato inexorável atira sobre ele. Todas as desculpas de seu acervo dissolvem-se diante de tal fato – “A mulher me tentou”; “A serpente me tentou”; “Não estava em mim naquela hora”; “Não queria fazer mal”; “Minha paixão falou mais alto que a razão”; “Era meu dever fazê-lo”; “A Bíblia diz que devemos fazê-lo”; “Todo mundo faz”; e coisas assim. Nada resta senão a confissão franca: “Fiz porque sou assim”. Todos detestam dizer isso. Querem acreditar que seus atos generosos são sua característica verdadeira e que suas maldades são aberrações ou produtos da força das circunstâncias.

George Bernard Shaw - O Teatro das Idéias.  (via desvairismo)

(Source: trebienn)


theme modificado/adaptado por querida solidão; baseado no theme da e-n-s-e-j-o-s;